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Case 07 · IA Generativa · Content Strategy · Framework próprio
Meridian Investimentos · Iniciativa própria · 2026

Bot de Content First

Como otimizei o processo de criação de comunicações colocando intenção antes de canal e transformei esse raciocínio em um assistente que qualquer pessoa do time consegue usar.

Content StrategyIA GenerativaFramework próprioDesign Conversacional
Elementos ficcionalizados para proteger a confidencialidade: nome da empresa (Meridian Investimentos). O framework, o processo e a lógica de design são integralmente originais.
Prototipado · Em testes
01: O problema que eu via todo dia

Na Meridian, as comunicações frequentemente começavam pela pergunta errada. Não era algo que alguém fazia de propósito. Era o padrão estabelecido, a forma natural de trabalhar.

"Vamos fazer um push para reengajar clientes inativos."

O canal foi definido antes de qualquer pergunta sobre o cliente. Quem é essa pessoa? Onde está na jornada? O que sente? O que precisa saber? Nenhuma dessas perguntas foi feita.

"Clientes que abriram conta mas não fizeram o primeiro aporte estão com medo de errar o primeiro passo. Precisam de clareza e encorajamento, não de pressão."

A intenção e o contexto do cliente definem o conteúdo. O canal vem por último, não no começo.

02: O framework Content First

5 perguntas em sequência obrigatória

A ordem não é sugestão. É a lógica do processo. Cada resposta alimenta a próxima.

01
O quê
Qual é a informação central? Não o canal. O conteúdo.
02
Como
Qual registro? Desafiador, Acolhedor ou Educativo?
03
Contexto
O que o cliente já sabe? O que acabou de acontecer?
04
Momento
Onde está na jornada? Pré-decisão, ação ou pós?
05
Canal
Só aqui: onde esse conteúdo faz mais sentido?
Vem por último, intencionalmente.
03: Por que um bot e não um documento

O ContentFirst Bot em ação

Por que um bot e não um checklist ou guia?
Um documento exige que a pessoa lembre de consultá-lo. Um checklist não conecta as respostas entre si. O bot força a sequência certa: você não chega ao canal antes de definir a intenção, e entrega uma saída estruturada pronta para refinar. A lógica está embutida no processo, não na disciplina de quem usa.
Por que o canal vem por último?
Começar pelo canal é o padrão mais comum em comunicação digital. Ele força o conteúdo a se adaptar às limitações do canal antes de definir o que precisa ser dito. Inverter essa lógica muda o resultado: o canal passa a ser uma consequência da intenção, não uma restrição de partida.
Por que é uma iniciativa própria?
Nasceu de uma fricção real que eu observava no dia a dia. Estruturei a solução, prototipei o bot e estou validando antes de propor como processo oficial do time. É design orientado por problema, não por demanda.
04: Status atual
Prototipado e em testes em 2026

Iniciativa própria, ainda não é um processo oficial do time. Estou aplicando em comunicações reais para validar o framework, identificar casos-limite e iterar nas perguntas-guia. Próximo passo: propor como processo padrão de briefing de comunicações para o time de Content.